Na história da Ciência vemos frequentemente o sonho de físicos de produzir algum tipo de máquina ou equipamento com aproveitamento total de energia, sem perdas- isso nunca foi possível! Na transmissão, como uma rede de cabos, perde-se energia. Qualquer objeto no contato com a superfície tambem perde energia. Há varias formas de perder energia. Tudo se transforma, mas sempre com perdas.
A energia infinita acabou ficando somente com a arte. Na obra de Escher pode-se observar que a água pode descer e subir sem perder energia...é a arte alimentando a ciência e vice-versa. Ate porque Escher colocava sempre sua opinião contra a gravidade. Para Escher algo que puxava todos os corpos para o centro da terra era um absurdo, algo que a arte nao deveria considerar. Fantástico seria o contrário - os corpos livres no espaço.
Essa relação de Arte e ciência é fantástica. Talvez esse tipo de arte se relacione com outras ciências mais atuais, que revelam a busca pela sustentabilidade, como o projeto de "Theo Jansen" , citado em postagem rescente nesse site e que mostra a possiblidade da união entre escultura e ciência. No minimo admiravel! Quer saber mais sobre Theo Jansen veja no link http://www.youtube.com/watch?v=Y2KkGFuRLew&feature=related.